domingo, 2 de janeiro de 2011

Saúde X Computador – Duelo que Prejudica o Homem


Nos últimos anos, a tecnologia moderna desenvolveu vários emissores de radiação que são empregados de forma grandiosa em redes elétricas e de exemplo gases,atmosfera, água e paredes. A radiação, gerada por estes aparelhos, pode danificar ou até mesmo comprometer a saúde humana facilitando o desencadeamento de patologias oncológicas e ocorrência de distúrbios genéticos e visuais. Em decorrência ao uso excessivo do computador, ainda há espaço para mencionar problemas físicos surgidos devido a má postura adotada por usuários, bem como associação direta a lesão por esforço repetitivo (LER), o que acelera o processo de desenvolvimento de doenças e comprometimento do organismo.

Fonte: http://www.vivavidamt.com.br/textos/Sa%FAdecomputadorhomem.pdf

sábado, 18 de dezembro de 2010

TOMARA QUE CAIA - Você sabe usar?

Em vez de sexy, uma mulher pode parecer mais velha ou mais gorda com um tomara-que-caia.
É um perigo!
Aí vão dicas de duas mulheres que entendem do assunto.



Glorinha Kalil

1 - Quem tem corpo curto não deve usar. Porque fica sem espaço entre o pescoço e a cintura.

2 - Seios grandes são um complicador. O vestido muito estruturado joga os seios para cima, junto aos braços. Se o vestido não tiver estrutura, os seios ficam meio achatados e caídos – e o vestido pode acabar caindo também com o peso.

3 - Tomara-que-caia exige cintura fina. Estômago saliente fica mais saliente ainda. De perfil, fica feio. As muito baixinhas e sem cintura parecem uma salsicha num tomara-que-caia muito justo.

4 - As costas precisam ser magras. Senão, o vestido faz umas pregas, uns rolinhos nas costas, alem de saltar gordura por cima.

5 - Quem tem seios pequenos precisa ajustar o vestido ao corpo como uma segunda pele, não pode ser frouxo, senão despenca.

6 - Não há limite de idade. O mais importante para vestir bem um tomara-que-caia é a qualidade dos braços. Mulheres mais velhas com braços razoáveis podem ficar elegantes com vestidos sem alça, no modelo apropriado.

7 - A pele tem de ser boa. No tomara-que-caia, o colo fica na bandeja, na altura do olho. Mostra o que você tem de melhor. Ou de pior.



História

Embora seja uma variação dos corseletes do século 15, o tomara-que-caia como conhecemos hoje surgiu em 1946, quando o figurinista Jean Louis criou um modelo de cetim para a atriz Rita Hayworth usar no filme Gilda. Nos anos 1950, o estilista Balenciaga fez esse decote com corpo justo e saia rodada, que é copiado até hoje. “Por causa das barbatanas e da estrutura rígida, o tomara-que-caia afina a cintura e mantém a postura reta”, explica Fran Scheck, modelista a Escola Sigbol Fashion, de São Paulo. Atualmente, ele é o modelo preferido das noivas e das atrizes de cinema em noites de gala.

Como Usar
• O tomara-que-caia valoriza tanto o colo e os seios que você deve dispensar os colares.
• O macacão fica feminino e sensual com esse decote, por isso evite-o no ambiente de trabalho.

Foto Divulgação Columbia Pictures (Rita Hayworth)

Fonte: http://manequim.abril.com.br/moda/historia-da-moda/historia_da_moda_278548.shtml

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

TERAPIA DO ABRAÇO



Pesquisas já comprovaram que o ser humano, independente da cultura, tem necessidade (física e psicológica) de tocar e ser tocado.

Este toque é tão importante que as crianças, quando não acariciadas ou abraçadas, forçam situações para que seus pais utilizem a força física contra elas. Neste processo inconsciente recebem algum tipo de toque que, por mais negativo que seja, é melhor do que a indiferença.

As culturas ocidentais, se não todas ao menos a maioria, têm como hábito o toque entre as pessoas como sinal de relacionamento.

O abraço, ao contrário do que possa parecer, pode transmitir / proporcionar efeitos positivos e negativos.

· Você já teve a sensação de receber um abraço forçado de alguém? Como é esta sensação?

· Já se sentiu também forçado a abraçar outra pessoa? Neste caso, como se sentiu?

· que me diz daquele abraço cujo toque acontece do ombro para cima, ou seja, o restante do corpo mantém-se distante?

· Há também aquele abraço de corpo inteiro, forte e caloroso. Já experimentou?

· E aquele abraço de lado, com os braços entrelaçados atrás do corpo (como namorados, por exemplo) que pode acontecer parado ou caminhando? Quais sensações transmitem?

Pois é, o abraço é muito mais do que um simples toque ou uma gostosa sensação de aconchego e prazer momentâneo. Por ter efeito duradouro, é responsável pela saúde mental e física do ser humano.



Sabe-se que uma criança constantemente abraçada ou acariciada tem maiores possibilidades de ser um adulto:

· Seguro

· Afetivo, amoroso

· Sem receio de demonstrar seus sentimentos

· Que utiliza melhor sua comunicação verbal e não verbal

· Com as inteligências prática e emocional melhor desenvolvidas

· Que se sente aceito pelo meio no qual vive



Veja outros benefícios do abraço:

· Melhora o "stress" aliviando a tensão

· Propicia sono mais tranqüilo e repousante

· Diminui - ou acaba - com a solidão

· Auxilia na construção da auto-estima

· Ativa a circulação sangüínea

· Mexe com músculos e ossos

· Facilita o alongamento do corpo

· MELHORA E MANTÉM O BOM HUMOR

Podemos concluir, então, que o abraço tem elevado poder de formação e cura.

Se você quiser ser um "terapeuta do abraço" no ambiente em que vive (social, familiar, profissional) é importante:



1. Ter interesse genuíno pelo ser humano. Não adianta mostrar algo que você não é.

2. Manter suas antenas perceptivas e sensitivas SEMPRE ligadas. São elas que lhe darão o sinal verde para abraçar alguém ou não.

3. Ser responsável pelos seus atos porque a reação ao abraço não é, apenas, imediata.

4. Aprender a diferenciar diversos tipos de abraços. Por exemplo: abraços de conforto, carinhosos, amigos, são diferentes de abraços apaixonados.

5. Aprender a transmitir verdadeiramente o que sente, facilitando que o outro perceba da mesma forma. Seu colega de abraço provavelmente responderá com o mesmo tipo de abraço que está recebendo.

6. Ser corajoso. "Partir para o abraço" vai deixá-lo mais visível.

7. Respeitar o outro. Nem sempre você vai abraçar alguém que gosta de ser abraçado ou vai acertar no momento. Aprenda a lidar com a possível frustração de não ser tão bem recebido quanto gostaria.

8. Aprender a pedir abraços quando sentir necessidade e não os tiver. Aprender a falar "obrigado" após um abraço. São atitudes de humildade que aproximam pessoas.

9. Conter os exageros. Os abraços são contatos "fortes" e não podem correr o risco de se tornarem banais.

10. Estar aberto ao abraço, também, para recebê-los.

Agora responda:
Como está o abraço em sua vida?

A Terapia do Abraço, volumes 1 e 2. Editora Pensamento.
Keating, Kathleen.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Política Nacional de Resíduos Sólidos aguarda sanção do presidente



O Plenário do Senado Federal aprovou o projeto que trata da implantação da política nacional de resíduos sólidos. Com a medida espera-se, que um dos mais sérios problemas do país, o tratamento das 150 mil toneladas de lixo produzidas diariamente nas cidades brasileiras, seja razoavelmente superado.

A proposta tramitou por 21 anos na Câmara dos Deputados. O substitutivo da Câmara ao projeto de lei do Senado (PLS 354/89) agora será encaminhado à sanção do presidente da República.

Novas regras

O projeto proíbe a criação de lixões, nos quais os resíduos são lançados a céu aberto. Todas as prefeituras deverão construir aterros sanitários adequados ambientalmente, onde só poderão ser depositados os resíduos sem qualquer possibilidade de reaproveitamento ou compostagem. Será proibido catar lixo, morar ou criar animais em aterros sanitários. O projeto proíbe a importação de qualquer lixo.

Com 58 artigos que ocupam 43 páginas, a Política Nacional de Resíduos Sólidos apresenta algumas novidades, entre elas a “logística reversa”, que obriga fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores a realizarem o recolhimento de embalagens usadas. Foram incluídos nesse sistema agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas (todas elas) e eletroeletrônicos.

Responsabilidade

Além disso, é introduzida na legislação a “responsabilidade compartilhada”, envolvendo a sociedade, as empresas, as prefeituras e os governos estaduais e federal na gestão dos resíduos sólidos. A proposta estabelece que as pessoas ficam obrigadas a acondicionar de forma adequada seu lixo para a coleta, inclusive fazendo a separação onde houver coleta seletiva.

A proposta prevê que a União e os governos estaduais poderão conceder incentivos à indústria de reciclagem. Pela nova política, os municípios só receberão dinheiro do governo federal para projetos de limpeza pública e manejo de resíduos sólidos depois de aprovarem planos de gestão. Os consórcios intermunicipais para a área de lixo terão prioridade no financiamento federal. As cooperativas de catadores de material reciclável foram incluídas na “responsabilidade compartilhada”, devendo ser incentivadas pelo poder público.

Incentivo

Com os incentivos e as novas exigências, o país tentará resolver o problema da produção de lixo das cidades, que chega a 150 mil toneladas por dia. Desse total, 59% vão para os “lixões” e apenas 13% têm destinação correta, em aterros sanitários. Em 2008, apenas 405 dos 5.564 municípios brasileiros faziam coleta seletiva de lixo.

Fonte: http://www.observatorioeco.com.br/index.php/politica-nacional-de-residuos-solidos-aguarda-sancao-do-presidente/

domingo, 24 de outubro de 2010

SEXUALIDADE

A Síndrome de Don Juan



Fica mais difícil entender os novos tempos, quando consideramos que as expressões ficar com... e sair com... significam a mesma coisa, apesar dos termos ficar e sair serem antagônicos.

Donjuanismo é uma expressão em desuso que veio à tona há algum tempo, depois do filme Don Juan de Marco, com Marlon Brando e Johnny Depp. O filme Don Juan de Marco foi escrito e dirigido por Jeremy Leven.

Don Juan é um personagem literário tido como símbolo da libertinagem. O primeiro romance com referência ao personagem foi a obra El Burlador de Sevilla, de 1630, do dramaturgo espanhol Tirso de Molina. Posteriormente Don Juna aparece em José Zorrilla com a estória de Don Juan Tenorio. A figura de Don Juan foi também cultuada na música, em obras de Strauss e Mozart, este último com a ópera Don Giovanni, composta em 1787. Outro paradigma do eterno sedutor é a figura de Casanova, conhecida pela autobiografia do veneziano Giovanni Jacopo Casanova.

Mas a figura do eterno sedutor continua atrelada à Don Juan, que aparece ainda na obra de Molière, em Le Festin de Pierre, no poema satírico de Byron chamado simplesmente Don Juan, no drama de Bernard Shaw, chamado Man and Superman.

Segundo Jung, para quem qualquer forma de arte, assim como os mitos, são veículos para a expressão do inconsciente coletivo, Don Juan pode representar nossos arquétipos (Walter Boechat - veja mais sobre o filme).Trata-se de um padrão de personalidade caracterizado por uma pessoa narcisista, enamorada , inescrupulosa, amada e odiada e que faz tudo valer para a conquista de uma mulher.

O donjuanismo representa um protótipo particular de comportamento humano, classificação esta estribada particularmente em valores culturais e morais. Não existe essa denominação no CID.10 ou DSM.IV, mas isso não significa, absolutamente, que pessoas assim deixam de existir.

Independente das interpretações psicanalíticas sobre o filme Dom Juan de Marco, interessa aqui apenas caracterizar um tipo de conduta atual; a inclinação que as pessoas têm para liberdade sexual explícita. A característica principal do que se pode chamar hoje de donjuanismo, seria uma forte compulsão para sedução, entretanto essa ocorrência não é isolada nem única na personalidade da pessoa, mas reflete sim uma estrutura social e comportamental especial.

Descreve-se o donjuanismo como uma personalidade que necessita seduzir o tempo todo, que aparentemente se enamora da pessoa difícil mas, uma vez conquistada, a abandona. As pessoas com esse traço não conseguem ficar apegados a uma pessoa determinada, partindo logo em busca de novas conquistas. As pessoas com essas características são os anarquistas do amor (Sapetti), tornando válidos quaisquer meios para conquistar, entretanto, os entimentos da outra pessoa não são levados em conta. Aliás, Foucault enfatiza essa questão ao dizer que Don Juan arrebenta com as duas grandes regras da civilização ocidental, a lei da aliança e a lei do desejo fiel.

Em psiquiatria clínica, entretanto, a despeito do aspecto contestador que Foucault quer ver nessa atitude, o desprezo para com o sentimento alheio pode ser critérios para o diagnóstico de Sociopatia ou Personalidade Anti-Social. Para o donjuan só interessa o instante do prazer e o triunfo sobre sua conquista, principalmente quando a presa de seu interesse tem uma situação civil proibida (casada, freira, irmã ou filha de amigo, etc).

Normalmente essas pessoas ignoram a decência e a virtude moral mas seu papel social tenta mostrar o contrário; são eminentemente sedutores. Sobre essa característica o escritor Carlos Fuentes, alega ao seu Don Juan a frase: "Porque nenhuma mulher me interessa se não tiver um amante, marido, confessor ou Deus, ao qual pertença ...".

O aspecto de desafio mobiliza o donjuan, fazendo com que a conquista amorosa tenha ares de esporte e competição, muitas vezes convidando amigos para apostas sobre sua competência em conquistar essa ou aquela mulher. Não é raros que esses conquistadores tragam listas e relações das mulheres conquistadas, tal como um troféu de caça.

Por outro lado, segundo Kaplan, deve haver significativos sentimentos homossexuais latentes desses indivíduos. Esse autor considera que, levando para a cama a mulher de outro, o donjuan estaria inconscientemente se relacionando com o marido, motivo maior de seu prazer. Tanto que é maior o prazer quanto mais expressivo é o marido ou namorado traído.

O narcisismo (traço feminóide) dessas pessoas é uma das características mais marcantes, ao ponto delas amarem muito mais a si mesmas que a qualquer outra pessoa conquistada. Outros autores acham o donjuanismo um excesso do complexo de Édipo, ou fixação na mãe, já que muitos deles não constituem família com nenhuma de suas conquistas e acabam vivendo para sempre com suas mães.

Nos casos mais sérios a inclinação à sedução pode adquirir caráter de verdadeira compulsão, tal como acontece no jogo patológico. De certa forma, a conquista compulsiva do Donjuan serve-lhe para melhorar sua sensação de segurança e auto-estima, entretanto, uma vez possuído o que desejava, já não o deseja mais. Em alguns casos o Donjuan começa a se desestimular com a conquista, quando percebe que a mulher conquistada já está apaixonada por ele, ou ainda, pode nem haver necessidade do ato sexual a partir do momento em que ele percebe que a mulher aceita e deseja o sexo com ele. Por outro lado, se a mulher é indiferente ou não cede à sua sedução, o Donjuan se torna mais obstinado ainda.

Não será totalmente lícito dizer, como dizem alguns, que o Donjuan se diverte com o sofrimento alheio. Na realidade parece mais que seja insensível ao sentimento alheio do que tenha prazer com ele. De fato, parece que eles não experimentam com o amor o mesmo tipo de sentimento que as demais pessoas. O amor neles é um sentimento fugaz, passageiro e que, continuadamente, tem o objeto alvo renovado. Se algum déficit pode ser apurado na personalidade do Donjuan, este se dá no controle da vontade.

Apesar dessa compulsão à sedução, isso não significa que a pessoa portadora de donjuanismo seja, obrigatoriamente, mais viril ou mais ativo sexualmente. A contínua sedução do donjuan nem sempre se dá às custas de um eventual desempenho sexual excepcional mas sim, devido à habilidade em oferecer sempre às mulheres tudo aquilo que elas mais estão querendo. Nesse sentido, todos eles são sempre muito inconstantes, desempenham papeis sociais sempre teatrais e exclusivamente dirigidos à satisfação de suas conquistas, por isso fazem sempre o tipo "príncipe encantado", tão cultuado pelo público feminino. Eles têm habilidade em perceber rapidamente os gostos e franquezas de suas vítimas e, são igualmente rápidos em atender as mais diversas expectativas.

Há quem considere como uma das características fundamentais da personalidade do donjuan uma acentuada imaturidade afetiva. O aspecto volúvel e responsável pela constante troca de relacionamento pode ser indício dessa imaturidade afetiva e indica, sobretudo, uma completa carência de responsabilidade ou medo de assumir os compromissos normais das pessoas maduras (casamento, família, filhos, etc.).

"Ficar com..."

"Ficar com...", "sair com...", "namorix", são termos atualmente usados para designar a atitude de se relacionar sexualmente (com penetração sexual ou não), fortuitamente, fugazmente e sem nenhum compromisso de continuidade. Este relacionamento é fortuito porque não implica, obrigatoriamente, em nenhuma combinação ou contrato prévio, é fugaz devido à provisoriedade da união. Não há compromisso de continuidade porque, ao menor sinal de interesse de um dos envolvidos no sentido de continuar, a relação se desfaz e é evitada (diz-se que fulano(a) não é legal porque pega no pé). Nessa nova modalidade de relacionamento não há envolvimento amoroso, não há cobrança de compromisso e os objetivos se concretizam e se esgotam no orgasmo ou na despedida, normalmente com satisfação bilateral.

A mulher começou a expandir significativamente sua sexualidade depois da disseminação do uso da pílula anticoncepcional, nas décadas de 60-70, e a inconseqüência sexual que antes era monopólio dos homens, também passou a ser experimentada por ela. Descobriu-se que o prazer podia ser bilateral e, a partir daí, deixou-se de falar que fulano se aproveitou de fulana; ambos se aproveitam.

A atitude de "Ficar com..." é diferente daquilo que se entende por donjuanismo porque não implica numa verdadeira conquista. "Ficar com..." é uma afinidade recíproca, e um não conquista o outro porque ambos estão, decididamente, com o mesmo objetivo em mente.

Se no donjuanismo a insensibilidade e menosprezo para com o sentimento alheio são a marca do diagnóstico, "ficar com..." implica, em essência e caracteristicamente, na ausência de sentimentos mais profundos de ambas as partes. Assim sendo, não havendo sentimentos profundos, não há o que menosprezar.

Conseqüentemente e decididamente, entre a população adepta do "ficar com..." não há espaço para o Donjuan. Nesse meio ele não encontra sua presa, já que as mulheres não preenchem os requisitos de candidatas. Aqui as mulheres, como se diz, estão a fim, não costumam ser comprometidas, não são conquistadas, uma vez que o conluio é também o objetivo delas, portanto, a compulsão do Don Juan se desfaz ante a ausência do desafio.

Donjuanismo Feminino

Mas, mesmo com a moda do "ficar com..." e com a maior liberalidade feminina o donjuanismo não desapareceu. Antes disso, atualmente já pode ser possível observá-lo entre as mulheres. Embora num campo da ação muito mais restrito, o donjuanismo continua fazendo suas vítimas sentimentais; agora, femininas e masculinas.

Não há designação satisfatória para descrever a mulher que preenche os requisitos do donjuanismo, mas elas existem indubitavelmente. São também pessoas movidas pela compulsão da conquista do outro, pela inclinação ao relacionamento impossível, seja com homens mais velhos ou muito mais novos, casados, padres, enamorados de outras mulheres, enfim, pessoas que oferecem alguma condição de desafio.

No donjuanismo feminino, tanto quanto no masculino, não há necessidade invariável de concluir a conquista através do ato sexual. Basta a mulher perceber que o objeto da conquista está, digamos, aos seus pés, que a motivação para continuar o relacionamento se desvanece.

Fonte: http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?art=86&sec=23

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Sal x Osteoporose

O sal é um dos alimentos que mais prejudica os ossos, por ser a principal fonte de sódio. Este mineral dificulta a absorção de cálcio dos nossos ossos, fazendo com que fiquem mais suscetíveis a quebras e fraturas. Por isso, principalmente mulheres na menopausa, devem evitar o sal, procurando seguir as recomendações do Ministério da Saúde. A quantidade indicada pela instituição é de seis gramas de sódio por dia, mas a média de consumo entre os brasileiros é de 18 gramas por dia, o que explica o grande número de pessoas que sofre com a osteoporose.

A osteoporose é uma doença esquelética sistêmica caracterizada pela diminuição da massa óssea e deterioração da micro-arquitetura do tecido ósseo, com conseqüente aumento da fragilidade e susceptibilidade à fratura.

Essa definição se baseia em dados epidemiológicos que correlacionam a incidência de fratura à densidade mineral óssea. A força do osso reside em duas variáveis: quantidade e qualidade (micro-arquitetura) deste tecido. Logo, o risco de fratura é inversamente proporcional à densidade óssea.

A incidência de osteoporose está crescendo no mundo inteiro em proporções epidêmicas. No Brasil, ela já atinge mais de 10 milhões de pessoas. Porém, apenas um terço dos portadores tem o diagnóstico clínico. O restante não faz idéia de que corre perigo de fratura. Estima-se em 1 milhão a incidência anual de fraturas decorrentes da osteoporose. Destas, 250 mil são de quadril, o tipo mais grave pelo alto risco de incapacidade e morte por complicações.

Como se não bastassem os prejuízos pessoais e familiares, as fraturas contabilizam alto custo aos cofres públicos. Segundo dados fornecidos pelo Ministério da Saúde (MS), em 2006 o Sistema Único de Saúde (SUS) gastou R$ 49.884.326 com internações de idosos por fratura de fêmur e R$ 20 milhões com medicamentos para tratamento da osteoporose. As expectativas são de que este custo deva se elevar com o aumento da população idosa.

Em caso de tratamento cirúrgico, além do período de hospitalização, muitas vezes é necessário posterior reabilitação para recuperação dos movimentos. Tudo isso diminui a qualidade de vida e pode conduzir a um estado depressivo.

O diagnóstico precoce e o controle adequado, ao contrário, conseguem estabilizar a perda óssea e evitar lesões ao esqueleto. Quanto antes for iniciado o tratamento, maior a probabilidade de sucesso. Hoje com os novos tratamentos pode-se estabilizar ou até recuperar parte da massa óssea perdida. (Dra. Evelin Goldenberg).

A prática de exercícios físicos também são grandes aliados para a saúde dos ossos.
Indivíduos que se exercitam regularmente têm maior quantidade de cálcio nos ossos do que aqueles sedentários.

Tomar sol por aproximadamente 15 minutos por dia, antes das 10 h da manhã e após 4 h da tarde, e consumir alimentos ricos em cálcio, também ajudam na prevenção e tratamento.

Onde saber mais sobre o tema?


Site do Iredo – Instituto de Reumatoligia e Doenças Osteoarticulares: www.iredo.com.br

Blog Vivendo Sem Dor: vivendosemdor.wordpress.com http://vivendosemdor.wordpress.com
Twitter do Dr. Sergio Lanzotti: twitter.com/sergiolanzotti

Fontes: http://www.sbcm.org.br/blop/index.php?option=com_content&task=view&id=748&Itemid=103
http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/12124-Nove-alimentos-aliados-da-saude-dos-ossos-e-um-inimigo.htm#fotogaleria=10

domingo, 19 de setembro de 2010

10 motivos para você caminhar...



1- Aumenta a liberação de endorfinas, ajudando no combate do estresse, ansiedade e depressão.
2- Tonifica a musculatura das pernas, coxas e glúteos.
3- Possui um gasto médio de 200-300 kcal/hora. Na subida o gasto calórico pode aumentar para até 450kcal/hora.
4- Melhora a circulação sanguínea.
5- Auxilia na prevenção de varizes.
6- Auxilia no controle do colesterol, aumentando o HDL(bom colesterol) e diminuindo o LDL (mau colesterol).
7- Melhora a atividade do sistema imunológico.
8- Aumenta o metabolismo de repouso, aumentando assim o gasto calórico diário.
9- Aumenta a capacidade dos pulmões absorverem o oxigênio.
10- Alivia os sintomas da TPM.


http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/11914-Caminhada-diaria-mantem-o-corpo-e-a-mente-jovens.htm